Agora é tempo de Yoga II[1]
Grupo
de Posturas em Pé.[2]
Significados&Significações para
Assentamentos no Espaço Interno&Subjetivo.[3]
O professor Carlos Eduardo enquadra,
dentre outras, algumas posturas em pé, em três marcos teóricos. Então, vou juntar
quatro delas, após sintetizar os cenários que ele desenhou para albergá-las. O
primeiro marco foi chamado de o assanam e o Shivaismo; o segundo o assanam nos
Puranas; e o terceiro o asanam nos comentários dos Yoga Sutras. Assim, temos:
1. No Shivaismo.
É normal a confusão entre Shivaismo, Tantra
e Yoga, considerando que se desenvolveram em contextos diferentes. Por exemplo,
o Tantra pode ser considerado como uma série de culturas voltadas para o
fortalecimento das famílias. O Yoga, por sua vez, trata de uma prática que
expressa compromisso perene com a Verdade; e com o Dharma a partir dos
Upanishads. Porém, há semelhanças e pontos de concordância entre as três
abordagens de práticas esotéricas&exotéricas. As três “escolas” tiveram
início na Svetasvatara Upanishad.
No Shivaismo, pela primeira vez Shiva
passa a possuir uma divindade que foi expressa por Rudra, que aponta para
Brahman; portanto, no Shivaismo Shiva é idêntico da Brahman! Ou seja, dois
aspectos diferentes da mesma fonte do conceito original, que é baseado na
Verdade. Ainda no Shivaismo, no momento seguinte, Shiva ganha atributos de
benignidade&bondade. Na origem, Rudra representa forças de destruição, que,
contudo, segue presente na trindade hindu. Portanto, trata-se de uma divindade
complexa. Não obstante, no Shivaismo houve uma restauração do aspecto
místico&mítico original contido no Vedanta. Já o Tantra oferece uma
configuração à Shiva, desenvolvendo histórias&cenários,
aparências&iconografias, figurinos&localização, inclusive uma família,
a família hindu. No Tantra, Shiva faz parte de uma cultura abstrata, no
entanto, cotidiana, do dia a dia do praticante&devoto. Ambos,
Shivaismo&Tantra trabalharam ao longo da história núcleos devocionais, de
elevação&ascensão.
No Yoga, esse conteúdo histórico trouxe o
significado&significação de inversão do aspecto material&objetivo em
subjetivo&sutil. Ou seja, a força da gravidade nos leva para baixo – até
porque nos alimentamos por cima e defecamos por baixo. O controle do Prana é a
ferramenta desse processo, pois procura inverter esse processo de
materialização, sutilizando o aspecto material. Num mecanismo mais amplo,
também se inverte trazendo a mente para dentro, na medida em que a tendência é
ir para fora. Dito de outra forma, a inversão da mente oportuniza mergulharmos
no si mesmo. Numa perspectiva ainda mais profunda, os siddhas acreditam que
podem inverter o caminho da morte, vindo daí a lógica da imortalidade com a
liberação (Moksha). Inclusive, na&em vida, com uma vida eterna encarnado.
Portanto, saltando quântica&magicamente
do Yoga para o Hatha Yoga, temos em mãos a ferramenta&mecanismo do ásana
promover a volta para a natureza original, vale dizer, adotando a postura como
assentamento na mente, através do corpo, no espaço interno&subjetivo do
coração. Neste sentido, corpomente&coração deve estar
ajustados&alinhdados, para o assentamento libertador&liberador nos
significados&significações. Assim, no Shivaismo o conceito de ásana é
coerente com o Tantra&Yoga. Aqui, o objeto de meditação, em caráter geral
das posturas em pé, está centrado na inversão das tendências, com assentos
construídos no coração.
O exemplo de ásana para ilustrar aderência
ao Shivaismo é o virabhadrasana.[4]
O curso traz três exemplos de ásanas nesta
categoria, associada ao Shivaismo: virasana (vira; herói), virabhadrasana
(virabhadra; guerreiro) e shalabhasana (shalabha; gafanhoto). Mas, vamos adotar
apenas as três variações (I, II e III) do virabhadrasana para compor a
ilustração desse grupo de ásanas junto com os demais que virão a seguir.
Virabhadrasana traz o
significado&significação associada à fúria de Shiva, que faz parte da
cultura do Shivaismo, ainda que seja contada como herói amistoso nos Puranas.
Mas não nada de amistoso. A mitologia que não será compilada aqui conta a
história do casamento de Shiva com Sati. O pai de Sati (Daksha) não age dentro
do Dharma junto à sua própria filha, humilhando-a, que se lança ao fogo. Então,
para vingar a humilhação que sua consorte passou, Shiva, furioso, cria, junto
com Devi Kali, Bhadra Kali, cujo enfurecimento só é pacificado com a
intervenção de Brahma. Assim, Virabhadra, nome de um rei, deixa de ser
histórico para se tornar mítico.
Esse ponto focal enreda a representação da
fúria do coração, que não perdoa o descumprimento do Dharma. Ou seja, a fúria
de Shiva é a fúria do coração. Como corolário, podemos entender que cumprir o
Dharma pacifica o coração. O herói (vira), na forma de um guerreiro, destrói as
fantasias&falsidades, fazendo prevalecer a Verdade. Abaixo, temos as três
variações modernas de virabhadrasana, que quando praticadas o yogin deve trazer
o significado&significação do heroísmo como construtor da Verdade e
destruidor da mentira. E deve fazer isso com a fúria amistosa de Shiva,
transformando um coração tempestuoso num tranquilo, utilizando o Dharma do
guerreiro; com coragem!
Nota: Guerreiro I, a mais nobre; Guerreiro
II, a mais popular; Guerreiro 3; a mais incomum, respectivamente.
2. Nos Puranas.
Diferentemente dos Upanishads e dos épicos
como o Mahabharata, os Puranas não são textos de Yoga, mas sim poéticos com
colorido devocional, expressando rituais de adoração das
divindades&personagens. Embora o Yoga Sutras não tenha essa característica,
o Yoga faz parte do cenário purânico, quando ele ensina o assentamento do corpo
o conforto&estabilidade para a mente meditar com o coração abrerto para
acolher significados&significações. Essa é, portanto, uma leitura poética,
não?
Essa perspectiva devocionalmente colorida
continua porque, antes de praticar, o yogin deve fazer uma saudação às direções
do espaço, no sentido da sua construção, gerando o cenário
interno&subjetivo, mítico&místico. O ásana é, por consequência, seu
próprio assento, onde realizará um trabalho subjetivo no seu espaço mítico.
A parte importante dos Puranas para a
prática de ásanas é a da iconografia, pois ofereceram os cenários míticos,
descrevendo com detalhes os personagens. Além disso, deve-se atentar que as
características visuais auxiliam a prática dos ásanas. Portanto, o desenho dos
cenários míticos para os ásanas é uma grande contribuição dos Puranas, ainda
que o encaixe de suas significações na mente esteja distante no tempo. No
entanto, como sabemos a prática acontece primeiro na mente depois vem para o
mundo natural.
O exemplo de ásana para ilustrar aderência
aos Puranas é o trikonasana.[5]
Veja, abaixo, uma ilustra dessa postura:

Possui significados&significações que
lhe confere uma abordagem tântrica. É que tri significa 3; e kona
4. Podemos, então, visualizar na região dos quadris, na região da pélvis uma
figura de um quadrado com um triângulo lá inserido com a ponta invertida para
baixo, indicando o feminino, ou para cima, o masculino, conferindo aspecto de
yantras. De toda sorte, esse triângulo, simbolizado pelo 3, aponta para o fogo,
agni; e o quadrado, por sua vez, simbolizado pelo 4, para algo como um canto,
com ângulos. Ambos, se enquadram como indicadores místicos&míticos,
tântricos&mágicos. Dentro do quadrado, ao lado do triângulo, na posição de
uma yoni, podemos visualizar um linga, superposto ao chacra base (muladhara).
Esse chacra apresenta quatro pétalas, representando as quatro direções
fundamentais do espaço. Está armado&desenhado o objeto de meditação na
forma estática, com o quadrado&triângulo harmonicamente integrados, considerando
as divindades masculina&feminina dentro de nós.
Podemos, agora, imaginar uma dinâmica para
o desenho, que deve ser visualizado na posição final da postura. É que podemos meditar
no quadrado girando de três modos diferentes: ou em torno do centro, ou de uma
de suas laterais ou, ainda, de uma linha imaginária. Esses movimentos podem
acionar a manifestação de nossa identidade espiritual (Kundalini), se, para
tanto, o praticante&devoto estiver preparado. Ou seja, novamente, clareando
os significados&significações elementares: o triângulo, número 3,
representando o fogo, como assento sagrado do espírito; o quadrado, número 4, como
suporte da vida material, nosso corpomente. O quadril é o centro e seu desvio
mostra o conflito, que deve ser superado como força&firmeza. Ou seja, o
objetivo do Yoga é autorrealizar nossa própria natureza, viabilizando a
integração do espírito&matéria. O trikonasana com seu
significado&significação dá sentido, oferece oportunidade para a realização
dessa perspectiva, utilizando-o como objeto de meditação na postura final,
sendo necessário, para tanto, seu assentamento no espaço interno&subjetivo.
3. Nos Yoga Sutras (YS).[6]
A primeira referência literária, associada
a múltiplos ásanas, é o comentário de Vyasa. Este sábio, que não é o mesmo dos
Vedas&Mahabharata, viveu muito tempo depois do YS, cerca de 600 d.C.
Portanto, o comentário cerca de mil anos (um milênio) depois da época do YS.
Vyasa talvez seja um título equivalente a um sábio. O comentário, assim, está
muito distante do contexto cultural do YS. Porém, é considerado um texto
autorizativo. Vyasa fez uma pequena dissertação sobre o sutra 2.46, que trata
do ásana.
A essência do ensinamento de Patanjali
está centrada na possibilidade de trazer conforto&estabilidade para
meditar. Coisas heterogêneas, isto é, existem várias&diversas maneiras de
apoiar&sustentar o corpomente: cruzando os braços, apoiando-se numa bengala
ou no parapeito de uma janela, etecetera. Ou seja, muitas posições podem trazer
sustentação&apoio, mas não são ásanas em si mesmo, até mesmo
conferir&viabilizar uma mente tranquila quando estamos, por exemplo,
junto&perto de pessoas amigas, num ambiente acolhedor&aconchegante. Mas
o ásana, enquanto assentamento tem uma função específica&própria de
oferecer espaço&tempo para concentrar&meditar&contemplar. E aqui,
como estamos vendo, adicionando significados&significações como objetos de
meditação para os assentamentos, que devem acontecer no espaço
interno&subjetivo do coração.
A modernidade conferiu aos ásanas a
expressão posturas em português. Todavia, a essência deve ser preservada. Ou
seja, são assentos para se cair no Infinito. Desta forma, a prática deve ter
uma dimensão subjetiva. Neste processo, quando há tranquilidade na mente, ela
se transfere para o corpo, que também se apropria da tranquilidade estabelecida
na mente. Shankara, comentando Vyasa, disse que se deve praticar
ásanas/posturas para produzirem firmeza na mente. Portanto, ásana/postura não é
uma atividade essencialmente corporal, pois o objetivo central é levar a mente
ao Infinito. É a mente que traz o ásana/postura à existência, projetando
significados&significações, inclusive no corpo. Em outras palavras, o
ásana/postura, cujo cenário é construído na mente, é trazido à existência pelo
corpo.
Objetivamente, como fazer para a mente
cair no Infinito, já que ela é personalista? De novo e novamente, recorremos ao
ajustamento&alinhamento dos eu`s do corpomente ao do coração, via
assentamento conjunto em união dos três eu`s. Aí ela, a mente se torna
universalista. Ou seja, a mente só pode cair no Infinito no Eu do coração, e
junto vai o corpo. Podemos dizer que o ‘eu’ de cima entra no Eu debaixo; esta
é, de fato e de direito, a essência do ásana/postura. A mente, desta forma, se
torna o espaço disponível para o assentamento do significado&significação,
em meditação; assim, se transformando no trono de Isvara no Eu do coração. Isto
tudo porque o Universo é Infinito, e a mente precisa se tornar universalista
para cair no Infinito.
Os exemplos de ásanas para ilustrar
aderência aos ensinamentos do Yoga Sutras são: tadasana&vrikshasana.[7]

A raiz verbal tad é bater, açoitar.
Ou seja, considerando o cenário agressivo, podemos visualizar que os
ventos&chuvas açoitando permanentemente o penhasco&montanha,
configurando fenômenos gigantescos. Essas intempéries representam vayu&apas
enquanto forças da natureza, estruturadas por elementais primordiais. Portanto,
são grandes forças adversas que enfrentam a solidez da montanha&penhasco,
que, ainda assim, se mantêm estáveis&elegantes.
Esse desenho recomenda mantermos a mente
com a firmeza&solidez dos tempos&momentos duros&hostis que a
montanha&penhasco enfrentam ao longo de suas existências, resistindo sempre
em prol da sua vivência enquanto processo de evolução, que migra do mineral
para o vegetal e daí para o homem em si mesmo com consciência individual
(jivatma, a conquistar a condição de jivamukta). Essa evolução se processa em
dezenas¢enas&milhares de encarnações&transmigrações, do
espírito na matéria, ao longo de todo o dia de Brahman (o Absoluto), até a
revelação do autoconhecimento que sempre está presente, por toda eternidade,
quando ambos se unem no Uno, na Unidade.
Tadasana pode nos ajudar a evocar as
forças da resistência, que existem dentro de nós, para que não nos abatamos
com&nas adversidades. Podemos encontrar essa resistência em Tadasana, que é
resistência de Shiva que mora&habita as montanhas&penhascos. Ou seja,
Shiva está sempre lá, enfrentando as intempéries e desfrutando das benesses,
como se nada estive acontecendo, estável&confortável, em total
desapego&discernimento, com total&absoluta sabedoria&plenitude.
Tadasana pode despertar Shiva em nós, para deixarmos de temer o
tempo&impermanência, e dançar com Ele&Shakti, sem limitações, o jogo
cósmico.
Isto posto, meditando nessas significações&significados
durante a posição final desta postura, assentada no espaço inteno&subjetivo
do coração, podemos enfrentar as oposições sem perder altiver&dignidade, e
enxergar as condições ruins como oportunidades para processar a transformação
espiritual aqui&agora. Ou seja, transmutar dor&sofrimento em
arte&riqueza, viabilizando a revelação da nossa verdadeira natureza, que
sempre é ilimitada&imorredoura, com disciplina&determinação&devoção.
Agora, vrikshasana.

A Bhagavadgita traz um ensinamento
associado a uma árvore especial. Trata-se da figueira sagrada (Ashvattha), a
árvore da sabedoria. É uma árvore que nasce no céu cujos frutos descem para a
terra. Poderíamos perguntar: por que ela tem raízes no céu? Porque o modo de reprodução
é baseado no defecar dos pássaros, que acontece no topo da árvore. Então, as
sementes nascem de cima para baixo. Isso acontece com o figo (da figueira). Não
obstante, essa lógica física, essa árvore sagrada reserva muito simbolismo,
especialmente cruzando com a mitologia de ashvattha, como lugar onde estão os
cavalos. Como assim? O que isso significa? É que cavalo é um emblema para o
fogo (agni), que é representado por um cavalo que vem do céu para as águas
(apas) e se transfere para a terra (prithvi), sendo absorvido pelas raízes, as
quais emergem na forma de Soma (planta sagrada que produz bebida védica).
Portanto, simbolicamente o cavalo é o fogo que reside na alma dos vegetais; e é
utilizado para acender o fogo ritual por fricção. Ou seja, a madeira é
carregada de fogo; e é a única forma aceita para acender o fogo ritual. A
ascese na forma de queimação (tapas) também traz essa percepção&intuição.
E aí o vrikshasana aparece firmemente
enquanto significado&significação para assentamento no espaço
interno&subjetivo, do coração. Como assim? É que é o ásana predileto dos
ascetas, sendo comum vê-los nessa postura, como ferramente&instrumento de
prática espiritual de tapas (queimação). Para o asceta esse fogo se confunde
com Kundalini. O fogo serpentino fortalece o processo de visualização da
árvore, enquanto viver do devoto pelo princípio de elevação espiritual (e de
imunidade) que o Soma promove&viabiliza. Como o Soma representa o princípio
de elevação dos vegetais, ele canaliza um estado de inspiração poética,
inerente aos sábios. A sabedoria dos sábios faz o fogo dentro de si arrastar o
Prana, simbolizando a ascensão do espírito. Ou seja, o espírito de elevação do
Soma está presente na árvore, em vrikshasana. Assim, quando praticar esse
ásana/postura medite na possibilidade&oportunidade de usá-lo&utilizá-lo
com o significado&significação de purificação&elevação&sabedoria,
mantendo esse cenário&contexto no espaço do coração, interno&subjetivo,
tântrico&quântico, mágico&mítico&místico. Esta meditação, sem
dúvida, trará bons resultados não para o nosso corpomente, mas, sobretudo, para
a nossa elevação espiritual.
[1] Por
Antônio José Botelho.
[2] Sínteses
ajustadas&alinhadas&assentadas aos comentários do curso A Mitologia
dos Asanas, promovido pela sancritforum.org, sob a inspiração de Carlos
Eduardo Barbosa.
[3] Este é
o título do livro que albergará, dentre outras compilações, esta síntese.
[4] O
módulo concernente apresentado pelo professor Carlos Eduardo no curso traz,
ainda, outros ásanas que não abordaremos aqui: virasana&shalabhasana.
[5] O
módulo concernente apresentado pelo professor Carlos Eduardo no curso traz,
ainda, outros ásanas que não abordaremos aqui: kukkutasana&muktasana.
[6] Num
módulo anterior, o professor Carlos Eduardo, já dá o tem&tônica desse cenário&contexto,
reproduzindo os sutras 2.46-48: firme&confortável é o ásana (assento)
pelo relaxamento dos esforços e pelo encontro com o Infinito; daí não ser (o
yogin) oprimido pela dualidade. O professor complementa que há diversos&múltiplos
núcleos na mente, mas que só um deles é capaz de fazer o recolhimento dos
sentidos para o assento da mente, que é localizado no coração, no espaço
interno&subjetivo. A finalidade principal dos ásanas/posturas, enquanto
ferramenta&mecanismo do Yoga, é oportunizar&viabilizar que o yogin
fique&seja livre de dualidades, livre de limitações. O ásana/postura deve
trazer conforto&estabilidade para a mente, que transfere esses atributos
para o corpo; o corpomente, então, passa a se expressar como graça e torna-se
habilidoso. Essa benção aponta para a transformação espiritual, para a evolução
do espírito, que, oportunamente, iluminará o ego (ahamkara).
[7] O
módulo concernente apresentado pelo professor Carlos Eduardo no curso traz,
ainda, outro ásana que não abordaremos aqui: parvatasana.
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