09/02/2026

AGORA, YOGA!

 

Agora é tempo de Yoga VII[1]

Grupo de Posturas Nobres, de Meditação.[2]

Significados&Significações para Assentamentos no Espaço Interno&Subjetivo.[3]

Para albergar esse grupo de ásanas, vou sintetizar a preleção do professor Carlos Eduardo intitulada “o que é um mito?”. Já que estamos registrando marcos mitológicos, para acolher os significados&significações para assentamentos no espaço interno&subjetivo, acredito que seja uma boa ideia essa elucidação. Além disso, nada mais coerente selecionar posturas de meditação, entendidas aqui como nobres, na medida em constituem as excelentes plataformas para a revelação do si mesmo, já disponível em tudo e em todos. Exploremos três, embora haja outras: padmasana, a mais antiga delas, svastikasana, a postura que aponta para Surya, e siddhasana em combinação com muktasana, que sinaliza a perfeição para o espírito livre.[4]

Então, o que é o mito? O mito, no hinduísmo, não é uma mentira, como é visto&entendido no ocidente. Estudar mitos aponta para uma perspectiva de relatos históricos, numa outra dimensão. Podemos, e aqui devemos entender que mitos são narrativas adotadas como verdade. Eles conduzem a mente, que gosta de ser conduzida, quando se perde&isola do peso da responsabilidade. Mas, espera aí? Como é essa dimensão da verdade sem responsabilidade? É que o mito arrasta&assopra uma ancestralidade, uma herança ancestral. Por que não podemos acreditar que o organizador do Yoga, Patanjali, nasceu de um raio emanado de ananta, a serpente infinita, manifestado já com 8 anos, filho de uma mãe de oitenta anos?[5] O fato de não vermos&enxergarmos o mundo invisível não significa que ele não exista.

As narrativas especiais dos épicos dão estatura identitária a uma nação, que oferece substrato existencial a um povo. As narrativas derivam&fluem com linguagem do coração, habitat do Absoluto, enquanto Atman, que é idêntico a Brahman. Elas são contadas&comentadas por sábios poetas hindus; e a poesia é a expressão da sabedoria, que lastreia o autoconhecimento. Num sentido contrário, num outro sentido, os relatos de jornalistas&cientistas não constituem a base dos mitos, não é verdadeiro, pois estão estruturados numa perspectiva impermanente&temporária, de finitude. A concepção hindu do mito é verdadeira, na medida em que superam a dualidade irreal versus real; transcendem, até mesmo, o Dharma&adharma. Esses relatos poéticos ultrapassam as barreiras do tempo&espaço, configurando lastro para a Realidade. Simplesmente, mergulham na imensidão do Infinito, do Eterno, do Absoluto, enfim. O relato fiel do coração é a matéria prima dos mitos! Representam o peso&força da natureza mítica&mística.

A Mandukya Upanishad ensina sobre o OM, apontando para os três “eu’s” que residem dentro de nós. Esse ensinamento já foi abordado lá atrás, inclusive, mais de uma vez; e nunca é demais repeti-lo. Há um “eu” no corpo, presente no estado de vigília; há outro na mente, no estado de sonhos; e há o terceiro no coração, configurando a inconsciente e apontando para o sono sem sonhos. Sabemos que o Quarto é Atman! E que o alinhamento dos três “eu’s” oportuniza&viabiliza o desvelamento&revelação do Atman. Então, para tanto, a inconsciência não é ignorância, mas, alberga, sobretudo, a intuição mergulhada na sabedoria e lastreada na Verdade. As trevas da dicotomia&dualidade escuridão&luz não é ignorância. É o espaço Infinito, Absoluto. De lá brota o instantâneo&espontâneo, fluindo pelo inconsciente na forma de mitos. É a linguagem da intuição, do inconsciente para o instantâneo. É que no inconsciente estão guardadas as grandes forças da natureza, os arquétipos, as experiências do viver, as existências.

Portanto, é preciso dar voz aos mitos, pois é a voz do coração! Devemos permitir que a sabedoria se manifeste, se expresse. Essa é a essência que buscamos quando analisamos os significados&significações presentes nos ásanas/posturas. Ou seja, devemos aprofundar nos significados&significados durante a prática. O espaço interno&subjetivo do coração é o assentamento perfeito para a mente servir de ponte o alinhamento com o corpo, quando os três “eu’s” se ajustam.

Agora, padmasana, o mais antigo dos ásanas!

Na realidade, além do mais antigo, padmasana é o ásana/postura comum aos grandes clássicos do Hatha Yoga: Gheranda Samhita, Goraksha Shataka, Hatha Yoga Pradipika e Siva Samhita. Fiz esse levantamento na reflexão intitulada Posturas do Hatha Yoga que Curam Doenças e Enfermidades! Ela está inserida na brochura Sínteses de Oito Upanishads: uma visão do que elas ensinam sobre o Yoga, na forma de Apêndice, publicada em 2016, na plataforma www.clubedeautores.com.br . O padmasana, portanto, cura todas as doenças&enfermidades!

Vamos a ela!

Ela, a posição final dela mais clássica, representa o lótus, que é uma flor se abre com a luz do sol e se fecha com a escuridão. Possui várias mitologias que, iconograficamente, simbolizam o assento para a divindade. O lótus possui outras denominações, como kamalasana. Mas, por que padmasana? Qual a razão? É que a raiz sânscrita pad significa cair, estando associada a água, que é o inverso do fogo, que eleva. A interpolação moderna, ocidental, que o lótus nasce do lodo e procura a luz não corresponde à cultura hindu. A visão mítica correta é que ela, a flor de lótus, nasce da água, estabelecendo uma conexão com o mundo do ar, que aparta&conduz o Prana. Assim, em complemento, há o mundo submerso, que é correlato, simbolicamente, ao inconsciente, onde jaz o secreto&oculto&espiritual. O lótus transmite bençãos! A água, na forma dos rios, que são sagrados, representam deusas e são veículos da manifestação da espiritualidade; por isso trazem a graça!

Já padma/padam representa passos da caminhada, e palavras, como passos do discurso. Brahma, que possui o poder da palavra&discurso, é assentado no padma/lótus, porque representa, exatamente, a palavra.

Há um mantra tibetano, já citado anteriormente, que estabelece conexão com essa flor, na forma de joia do lótus: OM MANI PADME HUM! Padme é, exatamente, a joia do lótus! É a joia da preciosidade da palavra, que aponta para a poesia, na expressão dos ensinamentos dos sábios. É a manifestação divina do bem. O mantra expressa a compaixão&sabedoria de Buda por&para todos os seres.

Podemos, ainda, correlacionar o lótus como o assento do Guru, de Shiva no coração, fluindo com perfeição&plenitude. Sabemos que Isvara, o comandante do Universo habita nosso coração. Isvara acolhe&abraça Shiva&Shakti, assentados no coração. Guru, na realidade, é uma palavra criadora, que vem da raiz ga de Ganesha. Seguem à ga, ainda, três sílabas sânscritas: mapada, que formam padma, de forma aleatória, mas que tem a ver com a expressão do mantra em sânscrito. É a expressão primordial dos mantras, versos&hinos do Rigveda, apontando para a integração dos três universos: terra + atmosfera + céu.

Portanto, a flor de lótus está eivada de magia tântrica, representando a força da expressão, na forma do ekagrata, a atenção num ponto só. Devemos nos fechar no Eu, assentado no coração, sobre o lótus, com esses significados&significações em mente. Esse processo, esse assentamento se sustentam com a palavra, com a Verdade!

Vejam, abaixo a sua variação mais clássica.

Caixa de Texto: O módulo do curso A Mitologia dos Ásanas traz, ainda, comentários sobre outras três variações, que não serão aqui sintetizadas: baddhapadmasana, karmukasana e chakrasana.

Mulher de calcinha e sutiã

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Agora, siddhasana&muktasana, a postura perfeita e a do espírito liberto, que se somam, sinergicamente!

Vejam, abaixo a ilustração de uma variação da postura perfeita, ardhasiddhasana; e uma de muktasana,[6] respectivamente.

Imagem em preto e branco de mulher sorrindo

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Dissemos, no introito deste capítulo, que siddhasana faz um par perfeito, mitologicamente falando, com muktasana. Por quê? Porque o yogin perfeito é um yogin livre; e a liberdade é a perfeição! Mas calma, vamos acompanhar o destrinchar dos marcos mitológicos, daí você faz as aproximações sinérgicas dos dois ásanas, por sua própria conta, apesar dos apontamentos.

Sobre siddhasana começamos por definir sadh, que significa completo, perfeito. Siddhasana é também um mudrá, que representa uma espécie da assinatura. Trata-se de uma manifestação autêntica que permite estabelecer a identidade espiritual. E daí? É um tipo de personagem, num assento de alguém humano, mas, também, não-humano. Um siddha! Nascemos adhara, um papel em branco onde escrevemos a nossa história. Um siddha escreve! Nossa história se faz perfeita quando resta associada ao Dharma. Os siddhas são pessoas perfeitas, sendo elas mesmas. Ou seja, nosso svrupa precisa se manifestar na forma do svadharma. Ao mesmo tempo, os siddhas, originalmente, são pessoas simples, que adotam uma obsessão especial: criar um foco, para atrair um guru, visando alcançar a perfeição. Desta forma, são seres humanos que alcançam a perfeição, que aponta para um estado de integração, de união, onde nenhum elemento da natureza os fere, não os machuca. São pessoas coerentes, protegidos pela intocabilidade; não são contraditados pelas forças da natureza, mas, ao contrário, são ajudadas por elas. Enfim, são pessoas de alcance incomensurável, no contexto espiritual.

Sobre muktasana começamos afirmando que representa o objetivo supremo do yogin, vale dizer alcançar a liberdade plena do espírito. Mas, espera aí! Se libertar de quê, do quê? Se libertar do samsara, entendido&definido como o ciclo interminável de renascimento, por meio de moksha. O liberto em vida se torna uma pessoa importante, pois arrasta seus discípulos para a libertação&liberação, fazendo-os revelarem o autoconhecimento já presente&disponível em cada jivatma. A libertação está ao alcance de todos! Isto é muito importante afirmar&reafirmar contínua&permanentemente.

O rio Ganges é uma energia libertadora, na medida em que as águas purificam o espírito. Liberta-se das impurezas! Já a Hatha Yoga Pradipika ensina que é o Prana que purifica. Muktasana busca nossa natureza original&genuína; nossa vocação. O mukta olha apenas para a frente, sem expectativas&esperanças, e se liberta do passado, tanto das coisas quanto das pessoas.

A proposta&pergunta final&definitiva é: vamos nos libertar!? Aqui&agora! Neste instante; neste momento! Siddhasana&muktasana estão aguardando para nos ajudar a conduzir&levar seus significados&significações para assentamento no espaço interno&subjetivo, para a autorrealização com perfeição&liberdade!

Agora, svastikasana, o ásana da swastika!

Swastika é um símbolo hindu muito antigo, desde antes de era moderna. Na realidade, antiguíssimo, presente no planeta há 5000 ou mesmo 6000 anos atrás. E ele aponta para a divindade que há por detrás de Surya (Sol)![7] É um símbolo auspicioso; de felicidade, de bem-estar, de prosperidade e aponta, sobretudo, para a elevação espiritual. Seu ásana, por sua vez, representa benignidade. É utilizado, basicamente, para meditação (dharana&dhyana), e, eventualmente, para respiratórios (pranayama),  

Há muitas teses envolvendo este símbolo poderoso&sagrado. Contudo, certamente, é muito importante para a prática de Yoga. Porém, o significado original não é sabido&conhecido. Pensa-se sobre o representar o emblema da órbita solar, da reprodução do movimento solar, ou mesmo, de um mito solar. Há quem discorde, em torno de outras leituras. No entanto, o fato é que, na tradição hindu. Representa o equilíbrio dinâmico, em função de que, talvez, porque o Universo está, permanentemente, em movimento equilibrado, quer de expansão quer de contração, considerando as fim&início das yugas: satya, treta, dwapara e kali. Nos encontramos em kaliyuga, predominando o mal, apesar da existência do bem.

Nesta abordagem, a swastika representa quatro grandes elementos: água, fogo, terra e ar; girando em torno do quinto, que é o espaço, espaço mítico de onde surge o Universo. Neste sentido, a swastika representa, também, as 4 direções naturais&básicas desse espaço mítico. A iconografia da swastika para a direita ou esquerda é uma grande bobagem, na medida que pouco importa o sentido, isto é, tanto faz como tanto fez. Ou seja, é um símbolo auspicioso em qualquer direção; em qualquer uma há formação&integração das forças&poderes naturais; da natureza.

Quando o praticamos svatikasana, podemos criar, na mente, o espaço mítico, para dar voz&foro ao coração. Aí é que está o mágico&tântrico da hathayoga! E devemos conferir atributos de significados&significações benignos&auspiciosos, ocultos&protegidos às forças alheias&contrárias à nossa natureza, que tanto interferem&obstaculizam as nossas existências. Para tanto, devemos ratificar&reforçar, permanentemente, a essência do Yoga, que é descobrir&revelar a nossa verdadeira natureza e colocá-la em&na jogo&dança de forma mais autêntica&original possível.

Vejam, abaixo, uma ilustração da posição final da svastikasana.

 

Caixa de Texto: No fundo, a svastikasana& swastika são ferramentas& instrumentos de armas& forças de defesa&proteção; constituem símbolo&ásana contra as interferências objetivas&externas, em prol da firmeza &rigor.Foto preta e branca de mulher sentada no chão

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[1] Por Antônio José Botelho.

[2] Sínteses ajustadas&alinhadas&assentadas aos comentários do curso A Mitologia dos Asanas, promovido pela sancritforum.org, sob a inspiração de Carlos Eduardo Barbosa.

[3] Este é o título do livro que albergará, dentre outras compilações, esta síntese.

[4] Outros ásanas de meditação seriam a sukhasana (postura fácil), além da vajrasana, já abordada anteriormente. Na realidade, observe-se que todo ásana/postura é, preferencialmente, de meditação, por meio de seus significados&significações, enquanto objetos de concentração, conforme estamos registrando.

[5] Vejam o nascimento de Jesus, filho de Maria, imaculada, que oferece base ao cristianismo; ou mesmo de Padmasambava, que nasceu com 8 anos numa flor de lotus, que sustenta o budismo tibetano!

[6] Acredito que as posturas nobres de meditação se diferenciam, fundamentalmente, quanto a posição dos pés&pernas. Observe que em padmasana os dorsos dos pés repousam nas coxas; que em siddhasana os pés restam entre as panturrilhas e coxas; que em muktasana os tornozelos de aproximam da região pélvica; e que em svastikasana os dorsos dos pés se assentam na panturrilha. Todos exigem o máximo de flexibilidade; quando não é possível ajustar as duas pernas&pés, chamam-se de meia (ardha) postura. Em geral, uso nas práticas pessoais ardhapadmasana, e, ainda, com ajuda de duas almofadas, já desgastadas pelo tempo de uso, e um tijolinho de cortiça, para evitar que o joelho, afastado do tapetinho, fique em balanço.

[7] OM SUM SURAYA MANAH! OM JAYA SURYA MANAH! OM SUM SURAYA MANAH!

08/02/2026

VIVA! VIVA! VIVA!

 

A CHEGADA DA VERSÃO 6.7 DE FARRA EM FARRA!

por antônio josé botelho

Entre 14 de janeiro e 1 de fevereiro (de 2026) estivemos em Sampa sob a organização da Carolina, minha filha, e sob a liderança do genro Germano. Intimamente, estava não só festejando, de farra em farra a chegada da versão 6.5, como também esperando complementar um ano de coração revascularizado, cuja fogueira foi realizada em 3 de fevereiro de 2025. Esse período de férias foi, inicialmente, programado para julho de 2025, em função da consulta e exames da Quinhazinha; porém, em função da agenda do genro e da filha foi desfrutado no período acima. Euzinho, claro, me apropriei em torno do niver. Hoje é 3.1.2026, data também do aniversário do genro Armando; e, exatamente, um ano desde a minha cirurgia de revascularização do miocárdio, igualmente festejada (indiretamente). Ao longo dos próximos dias vou dar conta desta crônica, para celebrar a existência.

Ela, a crônica, será dividida em duas etapas, pois a Catharina, minha filha, não pode ficar com a família todo o período, sendo prioritária dar atenção ao início das aulas da Maria Clara, minha neta. Assim, vamos dividir as farras e passeios em dois momentos: primeiro com os Andrade e família Botelho Dias dos Santos e o segundo com os Andrade. Euzinho e a Quinhazinha, que construímos a família Ribeiro Botelho, presentes, recebendo presentes do Universo&Infinito.

Texto, Carta

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Mas, entre um passeio e outro, entre uma farra e outra, fizemos, euzinho e a Quinhazinha, investigações sobre a situação atual da nossa saúde. Ela investigando, sob a batuta da Carolina, os desdobramentos da síndrome de Burnout, em termos cognitivos estruturais e emocionais. Euzinho colhendo prescrições para as novas encrencas de organismos e psiquismo: esofagite, hérnia de hiato, pangastrite e a bactéria da moda (h pylori). Inclusive, hoje, dia 3 de fevereiro iniciei a bateria de antibióticos, prescritos por 14 dias, com completo de esomeprazol por mais 14. Não é mole observar a falência e a decadência dos órgãos e tecidos, com a chegada da segunda adolescência (60+). No segundo semestre dei conta de fechar uma fissura no ânus. E assim vamos observando sem nos identificarmos com o nome e forma, pois já somos o Absoluto, o Infinito! Acima, um laudo e uma imagem; abaixo, mais dois pareceres, dando o tamanho da encrenca, leve, diga-se de passagem, com possibilidades de tratamento clínico. Como vocês poderão constatar, tudo vindo pela boca, como diz o ditado chinês! E está tudo bem! E tive que voltar à Gastromed – Instituto Zilberstein, na avenida nove de julho, para pegar a prescrição dos antibióticos para debelar a h pylori.

Todavia, agora, vamos relatar as coisas boas do período que antecedeu a comemoração e a celebração dos 67 anos de existência deste nome e forma. Tudo organizado e orquestrado pelo genro Germano, um craque em programações turísticas, além de excelente profissional da área do direito assim como Carolina, Armando e Catharina (que atua, na realidade, como controller), dentre outros do escritório Andrade GC. Esse passeio, de farra em farra, só foi possível com a afabilidade e atenção do genro! Ele usa um app, wanderlog.com, que a Catharina já está usando, para consolidar todas as informações de restaurantes, bares, museus etecetera, inclusive passagens e estadias.

PRIMEIRO MOMENTO (15 a 18 de janeiro de 2026)[1]

Já no dia 14, quando chegamos, a Carolina nos recebeu no apto Air Brooklin Residence, alugado por eles no Brooklin, avenida Santo Amaro, próximo à sua estação de metrô. Vejam, abaixo um momento.

Grupo de pessoas sentadas ao redor de uma mesa de restaurante

O conteúdo gerado por IA pode estar incorreto.Pessoas em mesa de restaurante

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Euzinho chegando de viagem, cansado, e o Germano mastigando, brabo. Assim é Carolina, rápida no gatilho! No entanto, tudo foi só alegria, com inúmeros brindes, ainda que com momentos de aprendizado e cura. Era a versão 6.7 deste nome e forma chegando.

Ao lado, temos essa expressão no restaurante alemão, Zur Alten Mühle, considerado um dos melhores de São Paulo. Lá comi, em duas oportunidades, salsichão com chucrute e batatas. Estava bom, mas distante desta mesma iguaria no bar Luiz, na rua da carioca, no centro do Rio de Janeiro. Esse foi um dos diversos mimos (como a Bebeta chama seus presentes) que o casal Botelho Andrade bolou para euzinho. Na imagem, estamos euzinho, Armando, Carolina e Germano brindando à saúde.

Abaixo, a turma quase toda, descontraída, faltando a Maria Clara e Manuela, que estavam atrás do Germano. Era uma refeição noturna. Na imagem da direita, a segunda oportunidade no restaurante alemão, num almoço do segundo momento. A Isadora, filha do Germano, já tinha se retirado, indo para o apto mais cedo.

Grupo de pessoas sentadas ao redor de uma mesa

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Pessoas sentadas ao redor de uma mesa de restaurante

O conteúdo gerado por IA pode estar incorreto.Calendário

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Acima, euzinho, Quinhazinha e Bebeta, mãe do Germano, matriarca dos Costa Andrade, brindando no Miles Wine & Jazz Bar. Na oportunidade, mais comilança gostosa de guloseimas tipo calabresas e pizzas, regadas com vinho e espumante. O restaurante oferece música ao vivo diariamente. Ao lado, a homenagem do espaço àquele que certamente seria a muda moderna do jazz: Amy Winehouse. Sempre vinho e jazz!

Abaixo à esquerda, recebemos no Cardoso Meat, um local com super hamburgueres, a Roberta e seu esposo Luís. Ela é nossa prima de segundo e terceiro grau, filha da Rita, minha prima, e Paulo. Ela e minha filha Catharina foram amigas na adolescência e continuam próximas, apesar da Roberta estar morando em São Paulo e atuando como médica. Tem duas filhas; na oportunidade levaram a Olivia, a primogênita. Já, aí, retomei minha companheira da viagem, a cerveja Heineken.

Na sequência, veio a Fazenda Churrascada, no Morumbi, onde comemos um bom churrasco. Aí, tive a boa ideia de presentear os genros com uma camiseta e um chapéu. Na imagem, o Armando já aparece usando o dele. Num dia seguinte, o Germano estreou o dele. Nós, euzinho, a Quinhazinha e a Bebeta, já tínhamos nos escafedido para descansar nos aptos alugados, via Airbnb, na rua Eleutério, 59. Ficamos no 103 e a Bebeta no 105, do Uwin Brooklin. A família Botelho Dias dos Santos também se hospedou nesse complexo residencial.

Grupo de pessoas sentadas ao redor de uma mesa

O conteúdo gerado por IA pode estar incorreto.Grupo de pessoas posando para foto

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Pessoas sentadas na grama

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Não podia faltar a Bottega Barnacca Ibirapuera, que o Germano e Carolina gostam muito, pois em agosto, nos festejos do aniversário de 67 anos da Quinhazinha, lá estivemos. Na imagem acima, um momento mágico quando aparecemos todos sentados num tronco caído em frente ao restaurante, com as netas em posições acrobáticas, e euzinho em pé, agradecendo ao Universo&Infinito! Pedimos ao Enzo, um rapaz brincando de bola com amigos, para registar o momento especial. A Isadora ainda não tinha chegado.

O primeiro momento pode ser finalizado com um almoço no Mercado Municipal de Pinheiros, o qual euzinho não conhecia. Mais um acerto da programação do genro. Lá comemos iguarias do mar e cervejinha! Foi, praticamente, o último evento com a presença da família Botelho Dias dos Santos. Ainda que não estejam na imagem, degustaram sim os deliciosos crustáceos do restaurante Azur do Mar. Na terceira foto, ao fundo, as gêmeas, Bebeta e Germano (visíveis com lupa).

Grupo de pessoas sentadas ao redor de mesa sorrindo

O conteúdo gerado por IA pode estar incorreto.Interface gráfica do usuário, Aplicativo

O conteúdo gerado por IA pode estar incorreto.Venda de frutas

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Na realidade, vou finalizar este primeiro momento com a visita, no shopping Eldorado, à exposição sobre a história do Titanic, vale dizer do seu naufrágio, após colidir com um iceberg. A exposição mostra também a estrutura daquele que era o navio mais luxuoso da sua época, no início do século XXI. Mostra, ainda, artefatos decorativos originais e decorrente de recriações, além projeções e animações super tecnológicas. Sem dúvida, mostra sua gente, tanto que sobreviveu, quanto que não resistiram, ao afundamento e às águas gélidas do Atlântico Norte. Vejam, abaixo, uma espécie de réplica do bilhete de passagem.

Caixa de Texto: Vieram parar em minhas três desses bilhetes. Num deles, diz: Annie, missionária metodista, 38, norte-americana; no outro: Mary, professora, 32, norte-americana; no terceiro: Emilio, pedreiro, 30, italiano. Todos viajaram na segunda classe.

Pessoas posando para foto com carro no fundo

O conteúdo gerado por IA pode estar incorreto.Pessoas sentadas ao redor de uma mesa

O conteúdo gerado por IA pode estar incorreto.Pessoas posando para foto em frente a mesa com comida

O conteúdo gerado por IA pode estar incorreto.Uma imagem contendo no interior, mesa, comida, prato

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Entre as farras, e para acessá-las, a Quinhazinha, com a assessoria d’euzinho, voltou a usar o app Uber, especialmente no segundo momento (euzinho deletei o app). Ainda teve uma rodada de pife-pafe, aí com três gerações jogando; depois me agreguei à jogatina; tivemos duas pizzas nos aptos 105 e 103, aí no nosso; e o aconchego da Quinhazinha com a Bebeta, quando rolava muitos altos papos.

SEGUNDO MOMENTO (15 a 31 de janeiro de 2026)

Perdemos, euzinho e a Quinhazinha, bons passeios programados pelo genro, para o segundo momento. Lembro, por exemplo, das visitas à projetos arquitetônicos de casas de arquitetos famosos, como Lina Bo Bardi, que projetou o Masp, além do próprio Masp, sempre um espetáculo, e Museu Catavento. Foram, também, à Faculdade Israelita de Ciências da Saúde Albert Einstein, onde a Isadora vai cursar psicologia. Esta escola, certamente, é uma das melhores do Brasil, pela qualidade que exige o nome do cientista alemão, que fez história na física. Perdemos, também, o show da Blitz, que declinamos, para descansar. Porém, almoçamos no Café Artigas, uma casa do renomado arquiteto Vilanova Artigas, transformada restaurante, quando estiveram presentes o amigo do genro, Marcelo, e a esposa Silvana, além da arquiteta, projetista do apartamento do casal Botelho Andrade, em construção, no Brooklin. Na chegada, fomos pegos de surpresa (não fomos avisados das presenças ilustres), pois a reserva estava para seis lugares, e, do nada, fomos transferidos para uma mesa de 10 lugares, onde tivemos um cantinho para degustar o almoço. Na oportunidade, lamentei que o Estado do Amazonas não tenha se antecipado ao grande capital, para transformar a casa do professor Severiano Porto, em Manaus, num museu de suas obras, qual a monumental sede da Suframa; o professor nos levava para visitar sua casa, na disciplina Arquitetura e Urbanismo, para constar as inovações construtivas da época. O Marcelo também acompanhou o genro, ao show do Toni Garrido, quando chegaram no finalzinho, após um cineminha sobre rock, a praia musical deles. À propósito, o genro, enquanto exímio na elaboração e gestão de contratos, ainda articulou e administrou, em tempo ínfimo, a compra de um apto para sua filha Isadora, no Morumbi, que servirá de base residencial para cursar a faculdade. Uma excelente plataforma de voo, não!? Que haja sucesso regado com vitórias; é o que desejo para a Isadora!

Grupo de pessoas sentadas numa mesa posando para foto

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Vou começar o segundo momento com a pizza na Mata Città, complexo gastronômico italiano da Cidade Matarazzo. O local contém muitas informações decorativas, às vezes amigável e bonita, outras vezes menos, mas, sem dúvida, diferente e inovador. Já havia recebido sugestão do amigo Lincoln de visitar esse espaço, que fora um hospital sob a idealização e administração da família Matarazzo, certamente, uma das mais ricas do Brasil, no meado século XX. Ele está se transformando num shopping de pequeno porte, mas com uma pegada arquitetônica ousada e moderna, pois os espaços têm decorações complemente diferentes. Lá, há um hotel e um centro de negócios jurídico, além de uma capela e uma série de lojinhas, tipo feirinha. Mas, tem também uma superloja chic. Enquanto, esperávamos a Quinhazinha, levada pela Carolina à uma consulta com neurologista, visitamos a Cidade Matarazzo, inclusive a Capela (acima), mandada construir pela matriarca da família. E antes, fomos conhecer a Livraria da Vila, na avenida Paulista, recém-inaugurada, onde lanchamos no Le Jazz Brasserie; lá, tive a oportunidade de comprar dois livrinhos: Como Tornar-se Yogue, do Swami Abhedananda, e Luz sobre o Caminho, da Mabel Collins, ambos da Editora Ajna. A Imagem do canto traz um exemplar do escultor Nuna de assentos do jardim com madeira reutilizada, onde está sentada uma pessoa muito querida: minha neta Manuela, Bom passeio!

Uma imagem contendo azul, edifício, mesa, mão

O conteúdo gerado por IA pode estar incorreto.Grupo de pessoas posando para foto em frente a igreja

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O show de missões e projeções luzes frias, em múltiplas e diversas formas e cores, com trilha sinfônica e coral, na Catedral da Sé, de Sampa, foi de tirar o fôlego. Espetacular! Sua denominação certa é: Luminiscence: Luzes São Paulo: show de luz e som! Foi, sem dúvida, o ponto mais elevado do passeio! Emocionante! INESQUECÍVEL! O ambiente do templo católico apostólico romano nos convida à reflexão e meditação. O relato conta a história da construção da Catedral, ao passo do crescimento da Cidade.

Homem na frente de uma loja

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Assistir ao show do Toni Garrido, foi mais uma oportunidade para brindar a existência com saúde, além de relembrar as músicas do nosso tempo de jovens, cantando e dançando. O show foi realizado no espaço The Cavern, uma homenagem aos Beatles, no shopping Vila Olimpia.

Grupo de pessoas sentadas ao redor de uma mesa posando para foto

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Ir visitar São Roque foi um passeio maravilhoso! Primeiro porque conheci mais um membro do clã dos Andrade, Marcília, que com seu esposo Pedro, nos recebeu e acolheu com muito carinho em seu apartamento. Comemos até o talo, um quitute de lombo com pães italianos e outras guloseimas gostosas; euzinho com duas Heineken; eles no vinho tinto! Durante o papo, a matriarca dos Costa Andrade, fez questão de pedir à sua sobrinha para relatar, à Quinhazinha, a festa de aniversário dela, de fato, um big evento. Marcília contou com muita naturalidade, que me fez apreciar seu não apego aos indicadores da festança. No meio do papo, não lembro por que cargas d’água, registrei a redução do ginasial do meu nome: anjolobo; quando argumentei que nascemos angelicais, mas, por força dos conceitos e perceptos, nos tornamos competitivos, e muitas vezes agressivos. Nesta oportunidade, a Isadora está na foto.

Tivemos um momento de aprendizado e cura. O genro alugou um jeep compass para acomodar todos. No trajeto de ida, o arranjo trouxe a clara percepção que os indivíduos na segunda adolescência devem se dar as mãos para apontarem aos jovens o necessário carinho e proteção para com quem chegou ao mundo antes deles; independentemente do grau e nível de relacionamento existente entre os envolvidos. Na volta, houve um rearranjo da lotação, com genro fixando os pingos nos i’s, quando houve maior conforto e estabilidade para todos. De mais a mais, só alegria, com é a vida em sua manifestação de altos e baixos. No sábado, fomos à Quinta do Olivardo, onde tive uma experiência ímpar de amassar uva, a primeira de quase 66 anos completos; fui o único da turma, embora todos tenham dito que iriam à pisa, especialmente os adultos. Depois almoçamos bacalhau com vinho.

No dia seguinte, fomos café na Vila Don Patto, onde descansamos no redário e comtemplamos os vinhedos. E antes de retornar, fomos visitar uma exposição de carros antigos e famosos, onde me lembrei do fusquinha ZG-5184, que ficou comigo oitos anos. E, ainda, tiramos fotos com imagens de ícones da Fórmula 1. Mas antes de colocar o pé na estrada, ainda visitamos o centrinho de São Roque, que tem sua rua principal bastante arborizada com um canal que corta as duas pistas. Muito aconchegante! Na volta, almoçamos no San Telmo, em Barueri, onde comi uma tilápia (meia sola) com duas Heineken (sem registro fotográfico). Vejam, abaixo, outros registros fotográficos.

 

Ponte de madeira no meio de um jardim

O conteúdo gerado por IA pode estar incorreto.Pessoas sentadas na grama

O conteúdo gerado por IA pode estar incorreto.Mulher de óculos escuros

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Grupo de pessoas em pé posando para foto

O conteúdo gerado por IA pode estar incorreto.Carro prateado estacionado

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Vou encerrar o segundo momento com o jantar no Bistrot de Paris. Lá euzinho um prato numa tentativa de reproduzir espaguete com mexilhões que havia no Waku Sese, do Vieiralves, em Manaus. Então, pedi, separadamente, massa caseira e uma entrada de mexilhão. Mas, não deu certo; e está bem! Foi ótimo, comemos e bebemos alegremente. Vejam, abaixo, as fotos; o glutão, aqui, mandando bala! Na oportunidade, tomei a liberdade de oferecer para a Carolina um prato francês caro, mas especialíssimo, com base em foie gras, considerando que não havia oferecido à ela uma lembrancinha de Natal; é que, em dezembro, precisei apertar os cintos com o décimo, para dar conta dos gastos com as farras, sem beliscar a reserva financeira, para oferecer as cinzas no Rio Ganges; economia necessária mesmo dividindo despesas com a Quinhazinha. O padrão de consumo do casal Botelho Andrade (e o do Botelho Dias dos Santos também) é muito maior do que o meu; todavia, contribuo, sempre, com justeza! O complexo de quatro pontos de gastronomia e drinks fica na Rua Augusta, numa espécie de vilazinha, super aconchegante e elegante. O genro e a Carolina fizeram questão de levar euzinho lá, pois havia sugerido o local tempos atrás, numa viagem que eles fizeram com a Quinhazinha, oportunidade que não pude ir. Eles gostaram da sugestão!

Pessoas sentadas ao redor de uma mesa

O conteúdo gerado por IA pode estar incorreto.Homem sentado em frente a mesa com comida

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REFEIÇÕES PASSEIO SOLO E VIDA PAULISTANA

Uma imagem contendo computador

O conteúdo gerado por IA pode estar incorreto.Homem com óculos de grau

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Nos intervalos dos passeios e no café da manhã, ia sozinho, mas nunca solitário, comer na padaria e nos restaurantes de comida à quilo, entorno do Uwin, quando refrescava o bolso com despesas mais amenas. A padaria era granfina, com um médio maior do café e almoço. Havia outro restaurante além do Buffet das Gerais (de fachada laranja), mas não fiquei com registro fotográfico. A padaria se chama Spazo Grano Paulista, que, pelo nome, já aponta para o refinamento. Aventurei uma visita à Nobel Livraria, na rua Portugal, no Brooklin, onde comprei um belíssimo exemplar do Carl Gustav Jung, intitulado Mandala: imagens do inconsciente, onde o famoso psiquiatra analisa, do ponto de vista do psiquismo, imagens pintadas e desenhadas por pacientes, enquanto processo de busca da cura ou do equilíbrio emocional deles. Além disso, fui diversas vezes no supermercado e até levei três mudas de roupa suja para a lavanderia, levando uma vida qual paulistano, nos 19 dias de estadia em Sampa. Fiz até contatos e conversas com os colaboradores do Uwin, bem como com o proprietário do apto; um dos colaboradores ganhou um chapéu, substituído pelo novo, presente da Quinhazinha. E, ainda, saía pelas ruas para repassar RO’s, como faço em Manaus; acho inaceitável estragar comida! O genro e a filha também tiveram uma vida paulistana, trabalhando em home e em office!

DOIS OUTROS MOMENTOS ESPECIAIS

O casal amigo Alves e Marrocos, Lincoln e Selma, estiverem conosco nas três viagens que fizemos para Sampa em 2025, numa delas em Campos de Jordão, quando foram nos visitar. É sempre muito bom estar tomando um cafezinho e papeando com eles nas padarias paulistas. Abaixo à esquerda na Bella Paulista; à direita no Mundo Pão do Olivier. Tudo em torno da avenida Paulista, meu lócus predileto em Sampa, embora ela seja um mundo de possibilidades e oportunidades. Desta vez não fui assistir uma telinha de filmes independentes e alternativos na Reserva Cultural, nem bater ponto na Livraria Martins Fontes, ambas nesta avenida. Também não fomos nos shoppings Morumbi, Higienópolis e Cidade São Paulo, onde gostamos de bater pernas. Mas, em compensação, conhecemos os da Vila Olímpia e Eldorado.

Pessoas sentadas ao redor de uma mesa

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Havia esquecido, mas em 28 de janeiro a Selma também aniversariou. Ao chegar, não contei conversa indo na Hering comprar uma lembrancinha e na Carrefour comprar um bolo e velas. Junto cantamos parabéns para você com a alegria de alguns terceiros presentes e assopramos as velinhas. Inclusive, uma menina na segunda adolescência já passando a segunda infância, que pula corda diariamente, ao se despedir puxou papo e acabamos discutindo sobre astrologia, que o Lincoln pareou com ela. Euzinho nada entendo desta temática, mas defendi, intransigentemente, que o principal atributo do aquariano é o primado da liberdade; para ela é outro que não lembramos; talvez originalidade. E se tivesse dito independência teria sido menos enfático, pois independência e liberdade andam juntos. Por isso, foram dois encontros especiais! Sem falar que, do Lincoln, ganhei um super exemplar com a história do hinduísmo, contada por um vaishnava. Euzinho professo a não-dualidade; elezinho a dualidade. Mas, nem por isso, deixamos de fortalecer nossa amizade. Euzinho também possuo outra ideologia política da dele. Elezinho é conservador; euzinho progressista! E está tudo bem! Vejam, abaixo, o auspicioso compêndio, que vou compulsar dando saltos quânticos quando me deparar com abordagens e comentários dualistas. No entanto, com certeza tirando proveito e aprendizado.

Texto

O conteúdo gerado por IA pode estar incorreto.Texto

O conteúdo gerado por IA pode estar incorreto.Texto, Carta

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OUTRAS ATIVIDADES DURANTE O PERÍODO DE FARRAS ATRÁS DE FARRAS

Perdemos alguns eventos programados pelo genro, então procurei fazer algumas atividades para ganhar o tempo e promover movimentos do corpomente, especialmente da cognição. Como está um curso a construção de uma brochura que intitulei SIGNIFICADOS&SIGNNIFICAÇÕES PARA ASSENTAMOS NO ESPAÇO INTERNO&SUBJETIVO, avancei na elaboração dos capítulos V e VI, publicados, respectivamente, nos dias 27 e 31 de janeiro, no meu blog na plataforma de blogger (a ilustração ficou acima para manter a crônica com 13 páginas). Meu pai, o Botelhão, já falecido, faria 109 anos em 27 de janeiro, se ainda em manifestação estivesse. Ele nasceu em 1917. 27 de janeiro também é aniversário do bom amigo Lopo, de várias histórias de compromissos no chão institucional, bem como de farras com cervejinha e jaraqui nos restaurantes manauaras; ele setentou! A mitologia hindu especificamente estabelecida para os ásanas servem como objetos de meditação para a realização de meditações em suas posições finais durante a prática de Hatha Yoga. Euzinho, como ainda registrarei adiante, vim a este mundo no dia 31 de janeiro de 1959. Além disso, fui à academia seis vezes, para manter a peteca no ar e brinquei de pintar mandalas e fechar jogos de Sudoku (observem que dei uma trombadinha, no final, para fechá-los). Vejam aí a arte! Contudo, praticamente parei a prática de meditação, em geral twice a day, parando por 5 ou 6 oportunidades em 19 dias, apenas, porém, parada suficiente para o sentidos explodirem para o mundo secular, objetivo e externo, onde tudo é impermanente. A prática da hathayoga foi zero, embora já tenha retomando, junto com a das meditações!

Texto

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31 DE JANEIRO DE 2025! 67 ANOS!

O dia de comemoração e celebração da chegada dos 67 anos deste nome e forma foi passado, incialmente, no restaurante Veríssimo, onde degustamos uma saborosa feijoada com direito a torresmos, calabresas e tudo o mais inerente ao prato como laranja e couve. Claro, acompanhada de caipirinha e chope, tomados em sequência. Vejam aí a ousadia gastronômica, na forma de comilança e beberagem desde nome e forma. Antônio José toma jeito; depois, não pode reclamar, mesmo entregando tudo a Shakti, a expressão feminina do Absoluto. Nessa brincadeira, ganhei 3 quilos gordos à 5 magros, ampliando o sobrepeso; então, preciso dominar os sentidos, mantendo ativa os ensinamentos do Yoga: deixar o estômago, sempre às refeições, 1/4 vazio e só ingerir e ocupar, metade do espaço estomacal, com coisas saudávies e nutritivas. Os Andrade me acompanharam na boa escolha do genro, afinal feijoada tem tudo a ver com um sábado. A Isadora também estava presente, mas se ausentou mais cedo. O restaurante Veríssimo é em frente a uma pracinha, onde fui caminhar para contemplar o movimento das copas das árvores, junto com o fluir das nuvens, tendo o céu como background, formando imagens sensacionais a demonstrar a impermanência dos fenômenos munda-seculares. A terceira imagem, abaixo, mostra as copas e o cachorródromo, uma novidade para euzinho.

Grupo de pessoas sorrindo posando para foto

O conteúdo gerado por IA pode estar incorreto.Uma imagem contendo pessoa, no interior, homem, comida

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Muito obrigado ao Universo&Infinito por ter finalizado a versão 6.6 firme e forte. Que venha a versão 6.7! Passamos a régua, fechamos a conta das farras, antes de 31 de janeiro de 2025; foi num almoço da Adega do Santiago, no shopping Cidade Jardim, que ficou sem registro fotográfico, onde comi um arroz de pato com duas Heineken, que, apesar da sofisticação, prefiro o do Waku Sese de Manaus, mais simples e direto.

Homem em pé na cozinha

O conteúdo gerado por IA pode estar incorreto.Homem em pé na cozinha

O conteúdo gerado por IA pode estar incorreto.Homem em pé na cozinha

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Porém, a Carolina não podia deixar passar o dia sem bolo, velas e parabéns para você. Assim, depois do almoço, já no apto 103 do Uwin Brooklin, tive direito a tudo de uma comemoração e celebração com a presença da Quinhazinha e Manuela, minha neta. Nasci às 20 h, segundo a Elizoca, minha querida mãe, do dia 31 de janeiro de 1959!

Caixa de Texto: E além do presente do Lincoln, ainda ganhei uma sandália da Carolina e um short da Beteta. Mas ontem, quando fiz um ano de cirurgia, comemorando o niver do genro, recebi outro presente da Carolina; é o segundo coração que ela me presenteia, o qual já está no meu altarzinho hindu. Carolina, de fato, é de tirar o fôlego, em termos de geração de emoções!Vaso com flores em cima da mesa

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Da Quinhazinha, ganhei um boné Fila, azul escuro, que pode ser avistado na imagem onde estou com ela abraçando os pilotos brasileiros que fizeram história na Fórmula 1 (com uma lupa); ganhei antes e usei logo. Na realidade, na segunda adolescência precisamos de muito pouco. Digo isso porque elazinha quis me presentear como uma camiseta Lacoste, quando disse que eram muito caras (tenho uma pilha de todas as cores, da Hering e da Taco, e está de muito bom tamanho; prefiro gastar dinheiro viajando!). Considerei a programação em si mesma um presente indireto do genro; o genro, ainda, foi generoso fazendo nossa check in (a Catharina, em geral, cuida disso para nós) e nos levando no aeroporto de Guarulhos. O presente da Catharina está em curso; na quarta-feira de carnaval, vou receber em casa um amigo dela, farmacêutico, que vai fazer uma análise da bateria de suplementos que tenho tomado, como reposição do exército de combate aos radicais livres e para ajudar na manutenção do tônus do organismo&psiquismo; um ótimo presente!

INDO (dia 14.1.2025) E VOLTANDO (dia 1.2.2026)

Pessoas de óculos escuros sorrindo

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Esta foi mais das dezenas, talvez centenas, de viagens que fiz com a Quinhazinha. Vejam com a expressão da Quinhazinha é de fim de festa, como que lamentando o retorno. Espero e desejo que possamos muitas outras, especialmente com a família Ribeiro Botelho ampliada na forma das famílias Botelho Andrade e Botelho Dias dos Santos. Recentemente, a Dulce, matriarca da família Ribeiro Dias dos Santos, mãe do genro Armando, deu uma belíssima demonstração de coragem e determinação, viajando para Nova York e enfrentando temperaturas abaixo de zero e batendo perna sem reclamar das dores naturais de sua idade. Mandou ver com grande resiliência e resistência. Ela está caminhando para 90 anos! É uma belíssima referência!

Então, que venham novos passeios, para desfrutarmos de outras locais, de outras culturas!

Foi assim, quando e como relatei, o máximo possível, por memória, sem IA. Todavia, não posso finalizar sem homenagear minhas grandes deusas, enquanto expressões femininas do Absoluto, considerando o mote da crônica: a existência deste nome e forma. O feminino é a base dos indivíduos, das famílias, das sociedades e mesmo do Universo! Devo tudo a elas: Elizoca, minha mãe, falecida em 2013, Ana Cristina, minha esposa, juntos há quase meio século, Carolina e Catharina, minhas filhas, que estão tocando seus barcos, com habilidade e competência, e Maria Clara, Manuela, Maria Eduarda e Maria Júlia, minhas netas, que se preparam para entrar no mercado e buscar liberdade e independência, com espiritualidade!

Foto modificada de rosto de homem

O conteúdo gerado por IA pode estar incorreto.Foto de rosto de mulher sorrindo

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Viva! Viva! Viva!


[1] Os eventos não serão registrados em ordem cronológica, considerando nossa falha de memória. Contudo, procuramos ajustá-los aos dois períodos.