A
CHEGADA DA VERSÃO 6.7 DE FARRA EM FARRA!
por antônio josé botelho
Entre
14 de janeiro e 1 de fevereiro (de 2026) estivemos em Sampa sob a organização
da Carolina, minha filha, e sob a liderança do genro Germano. Intimamente,
estava não só festejando, de farra em farra a chegada da versão 6.5, como
também esperando complementar um ano de coração revascularizado, cuja fogueira
foi realizada em 3 de fevereiro de 2025. Esse período de férias foi,
inicialmente, programado para julho de 2025, em função da consulta e exames da
Quinhazinha; porém, em função da agenda do genro e da filha foi desfrutado no
período acima. Euzinho, claro, me apropriei em torno do niver. Hoje é 3.1.2026,
data também do aniversário do genro Armando; e, exatamente, um ano desde a
minha cirurgia de revascularização do miocárdio, igualmente festejada (indiretamente). Ao longo
dos próximos dias vou dar conta desta crônica, para celebrar a existência.
Ela,
a crônica, será dividida em duas etapas, pois a Catharina, minha filha, não
pode ficar com a família todo o período, sendo prioritária dar atenção ao
início das aulas da Maria Clara, minha neta. Assim, vamos dividir as farras e
passeios em dois momentos: primeiro com os Andrade e família Botelho Dias dos
Santos e o segundo com os Andrade. Euzinho e a Quinhazinha, que construímos a
família Ribeiro Botelho, presentes, recebendo presentes do
Universo&Infinito.
Mas,
entre um passeio e outro, entre uma farra e outra, fizemos, euzinho e a
Quinhazinha, investigações sobre a situação atual da nossa saúde. Ela
investigando, sob a batuta da Carolina, os desdobramentos da síndrome de
Burnout, em termos cognitivos estruturais e emocionais. Euzinho colhendo
prescrições para as novas encrencas de organismos e psiquismo: esofagite,
hérnia de hiato, pangastrite e a bactéria da moda (h pylori). Inclusive, hoje,
dia 3 de fevereiro iniciei a bateria de antibióticos, prescritos por 14 dias,
com completo de esomeprazol por mais 14. Não é mole observar a falência e a
decadência dos órgãos e tecidos, com a chegada da segunda adolescência (60+). No
segundo semestre dei conta de fechar uma fissura no ânus. E assim vamos
observando sem nos identificarmos com o nome e forma, pois já somos o Absoluto,
o Infinito! Acima, um laudo e uma imagem; abaixo, mais dois pareceres, dando o
tamanho da encrenca, leve, diga-se de passagem, com possibilidades de
tratamento clínico. Como vocês poderão constatar, tudo vindo pela boca, como
diz o ditado chinês! E está tudo bem! E tive que voltar à Gastromed – Instituto
Zilberstein, na avenida nove de julho, para pegar a prescrição dos antibióticos
para debelar a h pylori.
Todavia,
agora, vamos relatar as coisas boas do período que antecedeu a comemoração e a
celebração dos 67 anos de existência deste nome e forma. Tudo organizado e
orquestrado pelo genro Germano, um craque em programações turísticas, além de
excelente profissional da área do direito assim como Carolina, Armando e
Catharina (que atua, na realidade, como controller), dentre outros do
escritório Andrade GC. Esse passeio, de farra em farra, só foi possível com a afabilidade
e atenção do genro! Ele usa um app, wanderlog.com, que a Catharina já está usando,
para consolidar todas as informações de restaurantes, bares, museus etecetera,
inclusive passagens e estadias.
PRIMEIRO
MOMENTO (15 a 18 de janeiro de 2026)[1]
Já
no dia 14, quando chegamos, a Carolina nos recebeu no apto Air Brooklin
Residence, alugado por eles no Brooklin, avenida Santo Amaro, próximo à sua estação
de metrô. Vejam, abaixo um momento.
Euzinho
chegando de viagem, cansado, e o Germano mastigando, brabo. Assim é Carolina,
rápida no gatilho! No entanto, tudo foi só alegria, com inúmeros brindes, ainda
que com momentos de aprendizado e cura. Era a versão 6.7 deste nome e forma
chegando.
Ao
lado, temos essa expressão no restaurante alemão, Zur Alten Mühle, considerado
um dos melhores de São Paulo. Lá comi, em duas oportunidades, salsichão com
chucrute e batatas. Estava bom, mas distante desta mesma iguaria no bar Luiz,
na rua da carioca, no centro do Rio de Janeiro. Esse foi um dos diversos mimos (como
a Bebeta chama seus presentes) que o casal Botelho Andrade bolou para euzinho.
Na imagem, estamos euzinho, Armando, Carolina e Germano brindando à saúde.
Abaixo,
a turma quase toda, descontraída, faltando a Maria Clara e Manuela, que estavam
atrás do Germano. Era uma refeição noturna. Na imagem da direita, a segunda
oportunidade no restaurante alemão, num almoço do segundo momento. A Isadora,
filha do Germano, já tinha se retirado, indo para o apto mais cedo.
Acima,
euzinho, Quinhazinha e Bebeta, mãe do Germano, matriarca dos Costa Andrade,
brindando no Miles Wine & Jazz Bar. Na oportunidade, mais comilança gostosa
de guloseimas tipo calabresas e pizzas, regadas com vinho e espumante. O
restaurante oferece música ao vivo diariamente. Ao lado, a homenagem do espaço
àquele que certamente seria a muda moderna do jazz: Amy Winehouse. Sempre vinho
e jazz!
Abaixo
à esquerda, recebemos no Cardoso Meat, um local com super hamburgueres, a
Roberta e seu esposo Luís. Ela é nossa prima de segundo e terceiro grau, filha
da Rita, minha prima, e Paulo. Ela e minha filha Catharina foram amigas na
adolescência e continuam próximas, apesar da Roberta estar morando em São Paulo
e atuando como médica. Tem duas filhas; na oportunidade levaram a Olivia, a
primogênita. Já, aí, retomei minha companheira da viagem, a cerveja Heineken.
Na
sequência, veio a Fazenda Churrascada, no Morumbi, onde comemos um bom
churrasco. Aí, tive a boa ideia de presentear os genros com uma camiseta e um
chapéu. Na imagem, o Armando já aparece usando o dele. Num dia seguinte, o
Germano estreou o dele. Nós, euzinho, a Quinhazinha e a Bebeta, já tínhamos nos
escafedido para descansar nos aptos alugados, via Airbnb, na rua Eleutério, 59.
Ficamos no 103 e a Bebeta no 105, do Uwin Brooklin. A família Botelho Dias dos
Santos também se hospedou nesse complexo residencial.
Não
podia faltar a Bottega Barnacca Ibirapuera, que o Germano e Carolina gostam
muito, pois em agosto, nos festejos do aniversário de 67 anos da Quinhazinha,
lá estivemos. Na imagem acima, um momento mágico quando aparecemos todos
sentados num tronco caído em frente ao restaurante, com as netas em posições
acrobáticas, e euzinho em pé, agradecendo ao Universo&Infinito! Pedimos ao
Enzo, um rapaz brincando de bola com amigos, para registar o momento especial.
A Isadora ainda não tinha chegado.
O
primeiro momento pode ser finalizado com um almoço no Mercado Municipal de
Pinheiros, o qual euzinho não conhecia. Mais um acerto da programação do genro.
Lá comemos iguarias do mar e cervejinha! Foi, praticamente, o último evento com
a presença da família Botelho Dias dos Santos. Ainda que não estejam na imagem,
degustaram sim os deliciosos crustáceos do restaurante Azur do Mar. Na terceira
foto, ao fundo, as gêmeas, Bebeta e Germano (visíveis com lupa).
Na
realidade, vou finalizar este primeiro momento com a visita, no shopping
Eldorado, à exposição sobre a história do Titanic, vale dizer do seu naufrágio,
após colidir com um iceberg. A exposição mostra também a estrutura daquele que
era o navio mais luxuoso da sua época, no início do século XXI. Mostra, ainda,
artefatos decorativos originais e decorrente de recriações, além projeções e
animações super tecnológicas. Sem dúvida, mostra sua gente, tanto que
sobreviveu, quanto que não resistiram, ao afundamento e às águas gélidas do
Atlântico Norte. Vejam, abaixo, uma espécie de réplica do bilhete de passagem.

Entre
as farras, e para acessá-las, a Quinhazinha, com a assessoria d’euzinho, voltou
a usar o app Uber, especialmente no segundo momento (euzinho deletei o app).
Ainda teve uma rodada de pife-pafe, aí com três gerações jogando; depois me
agreguei à jogatina; tivemos duas pizzas nos aptos 105 e 103, aí no nosso; e o
aconchego da Quinhazinha com a Bebeta, quando rolava muitos altos papos.
SEGUNDO
MOMENTO (15 a 31 de janeiro de 2026)
Perdemos,
euzinho e a Quinhazinha, bons passeios programados pelo genro, para o segundo
momento. Lembro, por exemplo, das visitas à projetos arquitetônicos de casas de
arquitetos famosos, como Lina Bo Bardi, que projetou o Masp, além do próprio Masp,
sempre um espetáculo, e Museu Catavento. Foram, também, à Faculdade Israelita
de Ciências da Saúde Albert Einstein, onde a Isadora vai cursar psicologia.
Esta escola, certamente, é uma das melhores do Brasil, pela qualidade que exige
o nome do cientista alemão, que fez história na física. Perdemos, também, o
show da Blitz, que declinamos, para descansar. Porém, almoçamos no Café
Artigas, uma casa do renomado arquiteto Vilanova Artigas, transformada
restaurante, quando estiveram presentes o amigo do genro, Marcelo, e a esposa
Silvana, além da arquiteta, projetista do apartamento do casal Botelho Andrade,
em construção, no Brooklin. Na chegada, fomos pegos de surpresa (não fomos
avisados das presenças ilustres), pois a reserva estava para seis lugares, e,
do nada, fomos transferidos para uma mesa de 10 lugares, onde tivemos um
cantinho para degustar o almoço. Na oportunidade, lamentei que o Estado do
Amazonas não tenha se antecipado ao grande capital, para transformar a casa do
professor Severiano Porto, em Manaus, num museu de suas obras, qual a
monumental sede da Suframa; o professor nos levava para visitar sua casa, na
disciplina Arquitetura e Urbanismo, para constar as inovações construtivas da
época. O Marcelo também acompanhou o genro, ao show do Toni Garrido, quando
chegaram no finalzinho, após um cineminha sobre rock, a praia musical deles. À
propósito, o genro, enquanto exímio na elaboração e gestão de contratos, ainda
articulou e administrou, em tempo ínfimo, a compra de um apto para sua filha
Isadora, no Morumbi, que servirá de base residencial para cursar a faculdade.
Uma excelente plataforma de voo, não!? Que haja sucesso regado com vitórias; é
o que desejo para a Isadora!
Vou
começar o segundo momento com a pizza na Mata Città, complexo gastronômico italiano
da Cidade Matarazzo. O local contém muitas informações decorativas, às vezes
amigável e bonita, outras vezes menos, mas, sem dúvida, diferente e inovador.
Já havia recebido sugestão do amigo Lincoln de visitar esse espaço, que fora um
hospital sob a idealização e administração da família Matarazzo, certamente,
uma das mais ricas do Brasil, no meado século XX. Ele está se transformando num
shopping de pequeno porte, mas com uma pegada arquitetônica ousada e moderna,
pois os espaços têm decorações complemente diferentes. Lá, há um hotel e um
centro de negócios jurídico, além de uma capela e uma série de lojinhas, tipo
feirinha. Mas, tem também uma superloja chic. Enquanto, esperávamos a
Quinhazinha, levada pela Carolina à uma consulta com neurologista, visitamos a
Cidade Matarazzo, inclusive a Capela (acima), mandada construir pela matriarca
da família. E antes, fomos conhecer a Livraria da Vila, na avenida Paulista,
recém-inaugurada, onde lanchamos no Le Jazz Brasserie; lá, tive a oportunidade
de comprar dois livrinhos: Como Tornar-se Yogue, do Swami Abhedananda, e Luz
sobre o Caminho, da Mabel Collins, ambos da Editora Ajna. A Imagem do canto
traz um exemplar do escultor Nuna de assentos do jardim com madeira
reutilizada, onde está sentada uma pessoa muito querida: minha neta Manuela, Bom
passeio!
O
show de missões e projeções luzes frias, em múltiplas e diversas formas e
cores, com trilha sinfônica e coral, na Catedral da Sé, de Sampa, foi de tirar
o fôlego. Espetacular! Sua denominação certa é: Luminiscence: Luzes São Paulo:
show de luz e som! Foi, sem dúvida, o ponto mais elevado do passeio!
Emocionante! INESQUECÍVEL! O ambiente do templo católico apostólico romano nos
convida à reflexão e meditação. O relato conta a história da construção da
Catedral, ao passo do crescimento da Cidade.
Assistir
ao show do Toni Garrido, foi mais uma oportunidade para brindar a existência
com saúde, além de relembrar as músicas do nosso tempo de jovens, cantando e
dançando. O show foi realizado no espaço The Cavern, uma homenagem aos Beatles,
no shopping Vila Olimpia.
Ir
visitar São Roque foi um passeio maravilhoso! Primeiro porque conheci mais um
membro do clã dos Andrade, Marcília, que com seu esposo Pedro, nos recebeu e
acolheu com muito carinho em seu apartamento. Comemos até o talo, um quitute de
lombo com pães italianos e outras guloseimas gostosas; euzinho com duas
Heineken; eles no vinho tinto! Durante o papo, a matriarca dos Costa Andrade,
fez questão de pedir à sua sobrinha para relatar, à Quinhazinha, a festa de
aniversário dela, de fato, um big evento. Marcília contou com muita
naturalidade, que me fez apreciar seu não apego aos indicadores da festança. No
meio do papo, não lembro por que cargas d’água, registrei a redução do ginasial
do meu nome: anjolobo; quando argumentei que nascemos angelicais, mas, por
força dos conceitos e perceptos, nos tornamos competitivos, e muitas vezes
agressivos. Nesta oportunidade, a Isadora está na foto.
Tivemos
um momento de aprendizado e cura. O genro alugou um jeep compass para acomodar
todos. No trajeto de ida, o arranjo trouxe a clara percepção que os indivíduos
na segunda adolescência devem se dar as mãos para apontarem aos jovens o
necessário carinho e proteção para com quem chegou ao mundo antes deles;
independentemente do grau e nível de relacionamento existente entre os
envolvidos. Na volta, houve um rearranjo da lotação, com genro fixando os
pingos nos i’s, quando houve maior conforto e estabilidade para todos. De mais
a mais, só alegria, com é a vida em sua manifestação de altos e baixos. No
sábado, fomos à Quinta do Olivardo, onde tive uma experiência ímpar de amassar
uva, a primeira de quase 66 anos completos; fui o único da turma, embora todos
tenham dito que iriam à pisa, especialmente os adultos. Depois almoçamos
bacalhau com vinho.
No
dia seguinte, fomos café na Vila Don Patto, onde descansamos no redário e
comtemplamos os vinhedos. E antes de retornar, fomos visitar uma exposição de
carros antigos e famosos, onde me lembrei do fusquinha ZG-5184, que ficou
comigo oitos anos. E, ainda, tiramos fotos com imagens de ícones da Fórmula 1.
Mas antes de colocar o pé na estrada, ainda visitamos o centrinho de São Roque,
que tem sua rua principal bastante arborizada com um canal que corta as duas
pistas. Muito aconchegante! Na volta, almoçamos no San Telmo, em Barueri, onde
comi uma tilápia (meia sola) com duas Heineken (sem registro fotográfico). Vejam,
abaixo, outros registros fotográficos.
Vou
encerrar o segundo momento com o jantar no Bistrot de Paris. Lá euzinho um
prato numa tentativa de reproduzir espaguete com mexilhões que havia no Waku
Sese, do Vieiralves, em Manaus. Então, pedi, separadamente, massa caseira e uma
entrada de mexilhão. Mas, não deu certo; e está bem! Foi ótimo, comemos e bebemos
alegremente. Vejam, abaixo, as fotos; o glutão, aqui, mandando bala! Na
oportunidade, tomei a liberdade de oferecer para a Carolina um prato francês caro,
mas especialíssimo, com base em foie gras, considerando que não havia oferecido
à ela uma lembrancinha de Natal; é que, em dezembro, precisei apertar os cintos
com o décimo, para dar conta dos gastos com as farras, sem beliscar a reserva
financeira, para oferecer as cinzas no Rio Ganges; economia necessária mesmo
dividindo despesas com a Quinhazinha. O padrão de consumo do casal Botelho
Andrade (e o do Botelho Dias dos Santos também) é muito maior do que o meu; todavia, contribuo, sempre, com justeza! O complexo de quatro pontos de gastronomia
e drinks fica na Rua Augusta, numa espécie de vilazinha, super aconchegante e
elegante. O genro e a Carolina fizeram questão de levar euzinho lá, pois havia
sugerido o local tempos atrás, numa viagem que eles fizeram com a Quinhazinha,
oportunidade que não pude ir. Eles gostaram da sugestão!
REFEIÇÕES
PASSEIO SOLO E VIDA PAULISTANA
Nos
intervalos dos passeios e no café da manhã, ia sozinho, mas nunca solitário,
comer na padaria e nos restaurantes de comida à quilo, entorno do Uwin, quando
refrescava o bolso com despesas mais amenas. A padaria era granfina, com um
médio maior do café e almoço. Havia outro restaurante além do Buffet das Gerais
(de fachada laranja), mas não fiquei com registro fotográfico. A padaria se
chama Spazo Grano Paulista, que, pelo nome, já aponta para o refinamento.
Aventurei uma visita à Nobel Livraria, na rua Portugal, no Brooklin, onde
comprei um belíssimo exemplar do Carl Gustav Jung, intitulado Mandala: imagens
do inconsciente, onde o famoso psiquiatra analisa, do ponto de vista do
psiquismo, imagens pintadas e desenhadas por pacientes, enquanto processo de
busca da cura ou do equilíbrio emocional deles. Além disso, fui diversas vezes
no supermercado e até levei três mudas de roupa suja para a lavanderia, levando
uma vida qual paulistano, nos 19 dias de estadia em Sampa. Fiz até contatos e
conversas com os colaboradores do Uwin, bem como com o proprietário do apto; um
dos colaboradores ganhou um chapéu, substituído pelo novo, presente da
Quinhazinha. E, ainda, saía pelas ruas para repassar RO’s, como faço em Manaus;
acho inaceitável estragar comida! O genro e a filha também tiveram uma vida
paulistana, trabalhando em home e em office!
DOIS
OUTROS MOMENTOS ESPECIAIS
O
casal amigo Alves e Marrocos, Lincoln e Selma, estiverem conosco nas três
viagens que fizemos para Sampa em 2025, numa delas em Campos de Jordão, quando
foram nos visitar. É sempre muito bom estar tomando um cafezinho e papeando com
eles nas padarias paulistas. Abaixo à esquerda na Bella Paulista; à direita no Mundo
Pão do Olivier. Tudo em torno da avenida Paulista, meu lócus predileto em
Sampa, embora ela seja um mundo de possibilidades e oportunidades. Desta vez
não fui assistir uma telinha de filmes independentes e alternativos na Reserva
Cultural, nem bater ponto na Livraria Martins Fontes, ambas nesta avenida.
Também não fomos nos shoppings Morumbi, Higienópolis e Cidade São Paulo, onde
gostamos de bater pernas. Mas, em compensação, conhecemos os da Vila Olímpia e
Eldorado.
Havia
esquecido, mas em 28 de janeiro a Selma também aniversariou. Ao chegar, não
contei conversa indo na Hering comprar uma lembrancinha e na Carrefour comprar
um bolo e velas. Junto cantamos parabéns para você com a alegria de alguns
terceiros presentes e assopramos as velinhas. Inclusive, uma menina na segunda
adolescência já passando a segunda infância, que pula corda diariamente, ao se
despedir puxou papo e acabamos discutindo sobre astrologia, que o Lincoln
pareou com ela. Euzinho nada entendo desta temática, mas defendi,
intransigentemente, que o principal atributo do aquariano é o primado da
liberdade; para ela é outro que não lembramos; talvez originalidade. E se
tivesse dito independência teria sido menos enfático, pois independência e
liberdade andam juntos. Por isso, foram dois encontros especiais! Sem falar
que, do Lincoln, ganhei um super exemplar com a história do hinduísmo, contada
por um vaishnava. Euzinho professo a não-dualidade; elezinho a dualidade. Mas, nem
por isso, deixamos de fortalecer nossa amizade. Euzinho também possuo outra
ideologia política da dele. Elezinho é conservador; euzinho progressista! E
está tudo bem! Vejam, abaixo, o auspicioso compêndio, que vou compulsar dando
saltos quânticos quando me deparar com abordagens e comentários dualistas. No
entanto, com certeza tirando proveito e aprendizado.
OUTRAS
ATIVIDADES DURANTE O PERÍODO DE FARRAS ATRÁS DE FARRAS
Perdemos
alguns eventos programados pelo genro, então procurei fazer algumas atividades
para ganhar o tempo e promover movimentos do corpomente, especialmente da
cognição. Como está um curso a construção de uma brochura que intitulei
SIGNIFICADOS&SIGNNIFICAÇÕES PARA ASSENTAMOS NO ESPAÇO
INTERNO&SUBJETIVO, avancei na elaboração dos capítulos V e VI, publicados,
respectivamente, nos dias 27 e 31 de janeiro, no meu blog na plataforma de
blogger (a ilustração ficou acima para manter a crônica com 13 páginas). Meu
pai, o Botelhão, já falecido, faria 109 anos em 27 de janeiro, se ainda em
manifestação estivesse. Ele nasceu em 1917. 27 de janeiro também é aniversário
do bom amigo Lopo, de várias histórias de compromissos no chão institucional,
bem como de farras com cervejinha e jaraqui nos restaurantes manauaras; ele
setentou! A mitologia hindu especificamente estabelecida para os ásanas servem
como objetos de meditação para a realização de meditações em suas posições
finais durante a prática de Hatha Yoga. Euzinho, como ainda registrarei
adiante, vim a este mundo no dia 31 de janeiro de 1959. Além disso, fui à
academia seis vezes, para manter a peteca no ar e brinquei de pintar mandalas e
fechar jogos de Sudoku (observem que dei uma trombadinha, no final, para
fechá-los). Vejam aí a arte! Contudo, praticamente parei a prática de meditação, em geral twice a day, parando por 5 ou 6 oportunidades em 19 dias, apenas, porém, parada suficiente para o sentidos explodirem para o mundo secular, objetivo e externo, onde tudo é impermanente. A prática da hathayoga foi zero, embora já tenha retomando, junto com a das meditações!
31
DE JANEIRO DE 2025! 67 ANOS!
O
dia de comemoração e celebração da chegada dos 67 anos deste nome e forma foi
passado, incialmente, no restaurante Veríssimo, onde degustamos uma saborosa
feijoada com direito a torresmos, calabresas e tudo o mais inerente ao prato
como laranja e couve. Claro, acompanhada de caipirinha e chope, tomados em
sequência. Vejam aí a ousadia gastronômica, na forma de comilança e beberagem
desde nome e forma. Antônio José toma jeito; depois, não pode reclamar, mesmo
entregando tudo a Shakti, a expressão feminina do Absoluto. Nessa brincadeira, ganhei 3 quilos gordos à 5 magros, ampliando o sobrepeso; então, preciso dominar os sentidos, mantendo ativa os ensinamentos do Yoga: deixar o estômago, sempre às refeições, 1/4 vazio e só ingerir e ocupar, metade do espaço estomacal, com coisas saudávies e nutritivas. Os Andrade me
acompanharam na boa escolha do genro, afinal feijoada tem tudo a ver com um
sábado. A Isadora também estava presente, mas se ausentou mais cedo. O
restaurante Veríssimo é em frente a uma pracinha, onde fui caminhar para
contemplar o movimento das copas das árvores, junto com o fluir das nuvens,
tendo o céu como background, formando imagens sensacionais a demonstrar a
impermanência dos fenômenos munda-seculares. A terceira imagem, abaixo, mostra
as copas e o cachorródromo, uma novidade para euzinho.
Muito
obrigado ao Universo&Infinito por ter finalizado a versão 6.6 firme e
forte. Que venha a versão 6.7! Passamos a régua, fechamos a conta das farras,
antes de 31 de janeiro de 2025; foi num almoço da Adega do Santiago, no
shopping Cidade Jardim, que ficou sem registro fotográfico, onde comi um arroz
de pato com duas Heineken, que, apesar da sofisticação, prefiro o do Waku Sese
de Manaus, mais simples e direto.
Porém,
a Carolina não podia deixar passar o dia sem bolo, velas e parabéns para você.
Assim, depois do almoço, já no apto 103 do Uwin Brooklin, tive direito a tudo
de uma comemoração e celebração com a presença da Quinhazinha e Manuela, minha
neta. Nasci às 20 h, segundo a Elizoca, minha querida mãe, do dia 31 de janeiro
de 1959!

Da
Quinhazinha, ganhei um boné Fila, azul escuro, que pode ser avistado na imagem
onde estou com ela abraçando os pilotos brasileiros que fizeram história na
Fórmula 1 (com uma lupa); ganhei antes e usei logo. Na realidade, na segunda
adolescência precisamos de muito pouco. Digo isso porque elazinha quis me
presentear como uma camiseta Lacoste, quando disse que eram muito caras (tenho
uma pilha de todas as cores, da Hering e da Taco, e está de muito bom tamanho;
prefiro gastar dinheiro viajando!). Considerei a programação em si mesma um
presente indireto do genro; o genro, ainda, foi generoso fazendo nossa check in (a Catharina, em geral, cuida disso para nós) e nos levando no aeroporto de Guarulhos. O presente da Catharina está em curso; na quarta-feira de carnaval, vou receber em casa um amigo dela, farmacêutico, que vai fazer uma análise da bateria de suplementos que tenho tomado, como reposição do exército de combate aos radicais livres e para ajudar na manutenção do tônus do organismo&psiquismo; um ótimo presente!
INDO
(dia 14.1.2025) E VOLTANDO (dia 1.2.2026)
Esta
foi mais das dezenas, talvez centenas, de viagens que fiz com a Quinhazinha. Vejam
com a expressão da Quinhazinha é de fim de festa, como que lamentando o
retorno. Espero e desejo que possamos muitas outras, especialmente com a
família Ribeiro Botelho ampliada na forma das famílias Botelho Andrade e
Botelho Dias dos Santos. Recentemente, a Dulce, matriarca da família Ribeiro
Dias dos Santos, mãe do genro Armando, deu uma belíssima demonstração de
coragem e determinação, viajando para Nova York e enfrentando temperaturas
abaixo de zero e batendo perna sem reclamar das dores naturais de sua idade. Mandou
ver com grande resiliência e resistência. Ela está caminhando para 90 anos! É
uma belíssima referência!
Então,
que venham novos passeios, para desfrutarmos de outras locais, de outras
culturas!
Foi
assim, quando e como relatei, o máximo possível, por memória, sem IA. Todavia,
não posso finalizar sem homenagear minhas grandes deusas, enquanto expressões
femininas do Absoluto, considerando o mote da crônica: a existência deste nome
e forma. O feminino é a base dos indivíduos, das famílias, das sociedades e
mesmo do Universo! Devo tudo a elas: Elizoca, minha mãe, falecida em 2013, Ana
Cristina, minha esposa, juntos há quase meio século, Carolina e Catharina,
minhas filhas, que estão tocando seus barcos, com habilidade e competência, e
Maria Clara, Manuela, Maria Eduarda e Maria Júlia, minhas netas, que se
preparam para entrar no mercado e buscar liberdade e independência, com
espiritualidade!
[1] Os
eventos não serão registrados em ordem cronológica, considerando nossa falha de
memória. Contudo, procuramos ajustá-los aos dois períodos.
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